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Pinho: suspeita de corrupção é “um absoluto disparate”

Manuel Pinho, ex-ministro da Economia

Alberto Frias

Ex-ministro da Economia quebra o silêncio e garante estar disponível para depor sobre rendas da EDP

Miguel Prado

Miguel Prado

Jornalista

“Um absoluto disparate.” É desta forma que o antigo ministro da Economia, Manuel Pinho, qualifica a suspeita de corrupção em torno dos alegados benefícios obtidos pela EDP com a legislação dos Custos para a Manutenção do Equilíbrio Contratual (CMEC). Em declarações exclusivas ao Expresso, o ex-governante quebra o silêncio sobre a investigação do Ministério Público (MP) que já constituiu sete arguidos, entre os quais o presidente executivo da EDP, António Mexia.

Uma das linhas da investigação do MP procura associar o financiamento da EDP à Universidade de Columbia (nos Estados Unidos da América), em 2010, criando um curso de energias renováveis ministrado por Manuel Pinho, e as condições que a empresa garantiu em 2007 na revisão dos CMEC e na extensão (sem concurso) das concessões das suas barragens.

Manuel Pinho, que tem estado fora do país, garante não ter sido constituído arguido, desvalorizando a possibilidade de tal acontecer. “Se tal suceder isso apenas significa que estou a ser alvo de uma investigação, nada mais”.

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