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Hotelaria. Receita cresce 18% até ao fim de abril

Até ao fim de abril, as receitas na hotelaria somaram 715 milhões de euros. Todos os indicadores estão em forte alta

A hotelaria portuguesa registou em abril um desempenho muito favorável, mas a comparação homóloga está distorcida pelo efeito Páscoa que em 2016 beneficiara o mês de março.

Feita a advertência, vamos aos números divulgados esta quarta-feira pelo INE. Em abril, a hotelaria registou 1,9 milhões de hóspedes e 5,1 milhões de dormidas. As cifras traduzem subidas homólogas de 20% e 23%, respetivamente.

13,8 milhões de dormidas até ao fim de abril

No acumulado de 2017, os hóspedes somam 5,3 milhões e as dormidas 13,8 milhões, registando subidas de 11%.

Em abril, o segmento nacional revelou mais vitalidade do que a procura externa. As dormidas de residentes aumentaram 26%, superando a de estrangeiros (22%). A estada média (2,70 noites) cresceu 2,5%. A taxa de ocupação-cama (53,8%) também melhorou (9%).

Receita de €715 milhões até abril

No balanço de abril do INE, a melhor notícia está na evolução das receitas, com um crescimento mais expressivo do que a ocupação, indiciando uma margem mais folgada para os hoteleiros.

Os proveitos totais aumentaram 29%, ficando nos 267 milhões de euros. As estadias representaram 193 milhões (+ 32% face a 2016).

No acumulado do ano, as receitas da hotelaria até ao fim de abril somam 715 milhões, traduzindo um crescimento homólogo de 18%. O rendimento médio por quarto disponível está nos 32,3 euros, mais 19% do que em 2016.