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Até onde podem ir as boas notícias?

A economia está a crescer, os juros da dívida a cair e o investimento a reanimar. Falta esperar para ver se o rating volta a subir e se os ‘motores’ do turismo e das exportações mantêm o ritmo

A economia está a crescer e isso facilita a consolidação orçamental. A primeira acaba por ir à boleia da segunda mas, na verdade, todos os restantes indicadores macroeconómicos soam a alívio, como que a resvalar para uma certa euforia ou, como dizia esta semana o “Financial Times”, para uma “crise de boas notícias”. Uma ‘crise’ de coisas boas e de doses nunca vistas de otimismo que o Governo de António Costa vai ter de gerir com pinças, se não quiser que a “geringonça” esbarre na primeira curva desta avenida cheia de graça.

A confiança dos consumidores está em alta e as exportações puxam como nunca pelo crescimento. O turismo cresce acima dos 13,5% e com tendência para continuar a melhorar, o desemprego está já abaixo dos 10% e o défice orçamental atingiu agora um nível que, de certo, ficará para a história da democracia.

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