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Presidente da EDP: decisões investigadas foram “colegiais”

Luís Barra

Em causa estão os Custos de Manutenção do Equilíbrio Contratual, que substituíram os Contratos de Aquisição de Energia a partir de 2004

O presidente da EDP, António Mexia, afirmou esta manhã que os arguidos no processo de investigação a rendas no sector energético "estavam a agir como representantes legais dos órgãos", e as decisões em causa foram "colegiais".

Em conferência de imprensa, António Mexia lamentou não ter podido esclarecer o objeto da investigação, em que é um dos quatro arguidos, logo na sexta-feira, dia em que foram realizadas buscas na elétrica, adiantando que só teve acesso ao processo esta segunda-feira.

"Temos pena de não ter podido fazer isto na sexta-feira ou ontem [segunda-feira], mas só ontem tivemos acesso ao processo. Por isso, só hoje podemos explicar o que está em causa", declarou inicialmente.

Em causa estão os Custos de Manutenção do Equilíbrio Contratual (CMEC), que substituíram os Contratos de Aquisição de Energia (CAE), a partir de 2004.