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Estudo de instituto próximo do PSD recusa reestruturação da dívida

A Plataforma para o Crescimento Sustentável, presidida pelo social-democrata Jorge Moreira da Silva, defende que a sustentabilidade da dívida pública apenas depende dos portugueses. E propõe algumas medidas a nível europeu, entre as quais a criação de Eurobonds

A Plataforma para o Crescimento Sustentável (PCS), um think tank próximo do PSD, divulgou esta segunda-feira um estudo ‘alternativo’ sobre a sustentabilidade da dívida pública, onde afasta medidas radicais de reestruturação e defende que a forma de reduzir a dívida pública passa por maior crescimento económico em combinação com maiores saldos primários.

Ao nível europeu, apresenta algumas propostas que podem ajudar a aliviar a pressão da dívida como a compra das obrigações do Tesouro – dívida de médio e longo prazo de Portugal – que estão nos bancos centrais pelo ESM (European Stability Mechanism, ou Mecanismo Europeu de Estabilidade, criado para a assistência financeira aos países da zona euro); a criação de uma linha cautelar do ESM para as emissões dos próximos quatro/cinco; ou a mutualização da dívida através de Eurobonds até 60%.