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OPA à Renováveis “pendurada” pelas dúvidas da CMVM

Supervisor ainda está a aguardar resposta a questões colocadas à EDP para poder avançar com o registo da oferta

Miguel Prado

Miguel Prado

Jornalista

Já passaram dois meses desde que a EDP anunciou o lançamento de uma oferta pública de aquisição (OPA) sobre o capital que ainda não controla na EDP Renováveis, mas a operação ainda não avançou. Segundo apurou o Expresso, a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) pediu esclarecimentos à EDP, que a elétrica ainda não facultou, o que está a atrasar o processo, impedindo que o prospeto da oferta seja registado.

O facto de a EDP estar sediada em Portugal e a EDP Renováveis ter sede em Espanha torna mais complexa a apreciação da OPA pelos reguladores, obrigando a uma articulação entre a CMVM e a sua congénere espanhola. “O carácter transnacional de uma oferta aconselha a que as autoridades de supervisão estabeleçam mecanismos de cooperação, de modo a assegurar a adequada supervisão da oferta e a correta aplicação das regras estabelecidas em conformidade com a Diretiva das OPA”, afirma a CMVM, a propósito da demora no avanço da operação.

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