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CGD: Macedo admite subida “sem correrias” das comissões bancárias

MIGUEL A. LOPES/ Lusa

O presidente do banco público sublinhou que é necessário aumentar as comissões em 100 milhões de euros para cumprir o plano aprovado por Bruxelas, realçando que tal será feito em quatro anos

O presidente da Caixa Geral de Depósitos (CGD), Paulo Macedo, reconheceu esta quinta-feira que o banco tem que aumentar as comissões em 100 milhões de euros para cumprir o plano aprovado por Bruxelas, mas realçou que tal será feito em quatro anos.

"O aumento de comissões de 100 milhões de euros em quatro anos é o que está no plano", afirmou, durante a apresentação das contas trimestrais, mas garantiu que o banco estatal não vai ter o preçário mais caro do mercado.

Paulo Macedo sublinhou que "a CGD não vai ser de certeza o banco com as comissões mais elevadas, mas a CGD tem que receber comissões pelos seus serviços", apontando para a existência de "bancos com menor volume de negócios e com maiores comissões".

"Não temos nenhuma correria", rematou.