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CGD: Balanço do programa de saída de trabalhadores só no 2.º semestre

MIGUEL A. LOPES/ Lusa

Quanto aos balcões, a redução da rede doméstica está concretizada e que não estão previstos mais encerramentos este ano, admitindo apenas o fecho de “uma ou outra agência” por questões pontuais

O presidente da Caixa Geral de Depósitos (CGD), Paulo Macedo, afirmou esta quinta-feira que só na segunda metade do ano vai haver uma "ideia melhor" do número de pessoas que aderiram ao plano de pré-reformas e rescisões voluntárias em curso.

"O que foi acordado com a Direção-Geral da Concorrência [da Comissão Europeia] foi uma redução de 500 a 550 pessoas. Há uma calendarização. E há pessoas que já manifestaram interesse na saída", disse o gestor, durante a conferência de imprensa de apresentação das contas trimestrais da CGD.

Sem revelar os números atuais de adesão, Paulo Macedo considerou que "é natural que no segundo semestre haja uma ideia melhor do número de pessoas que aderiram ao plano".

Quanto aos balcões, o responsável disse que a redução da rede doméstica está concretizada e que não estão previstos mais encerramentos este ano, admitindo apenas o fecho de "uma ou outra agência" por questões pontuais.