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Vodafone gera receitas de €985 milhões em Portugal

Mário Vaz, presidente-executivo da Vodafone Portugal

Alberto Frias

No exercício terminado em março, a receita da Vodafone Portugal cresceu 1,2%. Portugal pesa 2% nas receitas do grupo britânico.

A Vodafone Portugal fechou o ano fiscal de 2016, concluído em março, com receitas de 985 milhões de euros, mais 1,2% face ao exercício anterior. No próximo exercício talvez supere a cifra mágica dos mil milhões.

A evolução em Portugal é mais favorável do que o desempenho global do grupo britânico. No global, as receitas reduziram 4,4% (para 47,6 mil milhões de euros) devido "aos movimentos cambiais", justifica a Vodafone. O negócio em Portugal representa 2% das receitas do grupo britânico.

Receita por cliente de 11,7 euros

Em Portugal, a operadora faturou, excluindo a venda de equipamentos, 911 milhões de euros (+1,7%).

No trimestre de janeiro a março, as receitas totais cresceram 1,7% para 239,8 milhões de euros. No final de março, a operadora contava com 2,7 milhões de lares cobertos com fibra ótica. Já no móvel, a tendência é de queda. A operadora soma 4,7 milhões de clientes deste serviço, uma perda de 2,8%. No segmento pré-pago saíram 153 mil clientes.

A receita média por utilizador (ARPU) do segmento móvel recuou ligeiramente, para 11,7 euros. Os clientes fixos atingiram 590,4 milhões de euros, uma subida de 18,8%, e os clientes de banda larga totalizavam 538 milhões de euros, mais 21,7%.

Segundo Mário Vaz, presidente-executivo da Vodafone Portugal, o exercício 2016/17 mostra que a sucursal portuguesa "mantém uma tendência de crescimento, num ambiente de plena convergência, reflexo de uma estratégia de investimento e de diversificação do negócio". Para o próximo ano fiscal, Mário Vaz aponta como objetivo estratégico "entregar um serviço de excelência aos clientes", mantendo a Vodafone "como um protagonista determinante no setor das telecomunicações e na revolução digital em curso".