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Nuno Amado: “O BCP fez o trabalho de casa e estamos confiantes em cumprir objetivos para 2018”

ANDRE KOSTERS / LUSA

Presidente do BCP acredita que o banco está no bom caminho. “É ainda um caminho difícil mas estamos confiantes que o vamos conseguir”, disse na apresentação de resultados do primeiro trimestre de 2017

O presidente do BCP está confiante no plano que o banco tem para 2018 até porque alguns dos desafios foram praticamente alcançados já neste primeiro trimestre de 2017.

Há ainda um caminho a fazer no que toca aos custos de risco do crédito e no ROE (rácio dos capitais próprios) que estão ainda distantes dos objetivos. Contudo, os rácios de capital estão acima dos 11%. O cost-income está nos 44,6% e o patamar para 2018 é chegar aos 43%. O que para Nuno Amado reflete que o BCP está no bom caminho.

"O caminho para 2018 é ainda um caminho difícil mas estamos confiantes que o vamos conseguir fazer alcançando os desafios traçados”, disse na apresentação de resultados do primeiro trimestre de 2017. O presidente do BCP sublinhou ainda: “Somos o maior banco privado com base em Portugal com uma estrutura acionista diversificada”. E acrescentou que o BCP “é um dos bancos mais eficientes da zona euro”, com rácios cost to core (rácio entre custos operacionais e o core income) de 48% (zona euro é de 82%) e cost to income de 45% (zona euro é de 67%).

Amado remata dizendo ainda que o banco “tem capacidade para gerar resultados operacionais (antes de contabilizar as imparidades e provisões) superiores a 1000 milhões de euros por ano”. Nos primeiros três meses deste ano “já geramos resultados operacionais de 296 milhões de euros”, informa o presidente do BCP.