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Líder da Ongoing só tem uma moto de água para pagar dívida de €9,7 milhões

Nuno Vasconcellos endividou-se quando vivia à sombra dos dividendos da PT, hoje resta-lhe uma montanha de dívidas

Tiago Miranda

Nuno Vasconcellos, presidente do grupo que cresceu para ajudar a travar a OPA da PT, está insolvente desde janeiro. Mas em seu nome o BCP encontrou apenas uma moto de água

Uma moto de água foi o único bem que foi encontrado em nome de Nuno Vasconcellos para responder por uma dívida pessoal de €9,7 milhões que o empresário tem no BCP. Já há muito que o presidente do grupo Ongoing, insolvente desde o verão de 2016, não tem bens em seu nome. Vasconcellos vive em São Paulo, onde também tem negócios em dificuldade, e quando vem a Portugal fica em Cascais, em casa da mãe, Isabel Rocha dos Santos, uma das herdeiras da antiga Sociedade Nacional de Sabões.

Outrora poderoso e influente pela sua ligação à Portugal Telecom (PT) e ao ex-presidente do BES, Ricardo Salgado, Nuno Vasconcellos, dono do extinto “Diário Económico”, viu o Tribunal decretar a sua insolvência pessoal a 26 de janeiro deste ano.

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  • Rafael Mora, ex-administrador da Ongoing e da PT, deixou a administração da operadora brasileira Oi com uma indemnização de cerca de 4 milhões de euros. Mora saiu da Oi, em março, na sequência de um conflito aberto com Nelson Tanure, o novo acionista da histórica operadora brasileira, e o homem que a quer dominar