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Bolsa de Lisboa em baixa com Pharol a cair 2%

Além das ações da Pharol, as do BCP e da NOS estavam a descer 0,92% para 0,1828 euros e 0,63% para 5,058 euros, respetivamente

O principal índice da bolsa portuguesa, o PSI20, desde 20 de março com 19 títulos, estava hoje em baixa, com as ações da Pharol a liderar as perdas, a caírem 2% para 0,343 euros.

Cerca das 09h00 em Lisboa, o PSI20 - que desde 20 de março passou de 17 para 19 títulos -, estava a descer 0,34% para 4.982,28 pontos, com nove 'papéis' a desvalorizarem-se e dez a subirem. Além das ações da Pharol, as do BCP e da NOS estavam a descer, designadamente 0,92% para 0,1828 euros e 0,63% para 5,058 euros.

Em sentido contrário, os 'papéis' da Corticeira Amorim eram os que mais estavam a valorizar-se, nomeadamente 1,73% para 10,87 euros. A empresa de restauração Ibersol e a tecnológica Novabase passaram a negociar em 20 de março no índice de referência da bolsa portuguesa, o PSI20, que assim passou a contar com 19 empresas.

O regresso das duas empresas à 'primeira liga' da bolsa portuguesa foi decidido pela Euronext Lisboa, no âmbito da revisão anual do índice, e é positivo na opinião generalizada dos analistas contactados pela agência Lusa tanto para os dois títulos como para o principal índice da praça lisboeta, que ganha diversificação setorial.

Desde 10 de fevereiro que o PSI20 integrava apenas 17 empresas, depois da saída do BPI, que na sequência da Oferta Pública de Aquisição (OPA) deixou de cumprir o requisito do capital disperso em bolsa, com o controlo de 84% pelo CaixaBank. O PSI20 está sem as 20 cotadas desde o verão de 2014, altura em que saíram o BES e o ESFG - Espírito Santo Financial Group.

Na Europa, as principais bolsas estavam hoje no início da sessão em baixa, pendentes da reunião entre o presidente norte-americano, Donald Trump, e o homólogo chinês, Xi Jiping, que decorrerá na mansão do primeiro no sul da Florida, Estados Unidos, e do relatório do emprego.

Entretanto, os investidores também vão estar atentos às novas tensões geopolíticas, depois dos Estados Unidos terem lançado um ataque contra a Síria, que levou as bolsas para 'números vermelhos' e fez logo subir o preço do petróleo.

Em Malta, na capital La Valletta, os ministros da Economia e das Finanças da zona euro reúnem-se hoje para alcançar um acordo que feche a revisão do resgate grego, depois do primeiro-ministro grego ter sugerido pedir uma cimeira se este não for concluído.

Em Nova Iorque, a bolsa de Wall Street fechou na quinta-feira em alta ligeira, com o Dow Jones a subir 0,07% para 20.662,95 pontos, depois de em 01 de março ter terminado a subir para o atual máximo desde que foi criado em 1896, de 21.115,55 pontos.

A nível cambial, o euro abriu em baixa no mercado de divisas de Frankfurt, a descer para 1,0653 dólares, contra 1,0657 na quinta-feira.

O barril de petróleo Brent, para entrega em junho, abriu hoje em alta, a cotar-se a 55,65 dólares no Intercontinental Exchange Futures (ICE) de Londres, mais 1,38% do que no encerramento da sessão anterior.