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Venda do Efisa à Pivot de Relvas caducou

A Pivot, empresa detida por Ricardo Santos Silva e que tem Miguel Relvas como acionista, viu o processo de venda do Banco Efisa caducar. O processo arrastava-se há 17 meses e ficou sem resposta do BCE

“A caducidade do contrato resultou de ter terminado o prazo, contratualmente previsto, para a verificação da condição de não oposição do Banco Central Europeu à transação”, comunicou esta segunda-feira a Parparticipadas, empresa que pertence à Parvalorem, entidade que ficou com os ativos e créditos tóxicos do BPN; quando este foi vendido ao angolano BIC.

O contrato de promessa de compra e venda terminava a 31 de março de 2016, e agora a Parparticipadas veio comunicar que não se prolongou. O Estado acordou a venda à Pivot a 5 de outubro. A Parparticipadas iria receber 38,27 milhões pelo banco de investimento Efisa.

A PIvot é detida pela Aethel e, segundo o “Público”, o ex-ministro social-democrata, Miguel Relvas detém 25%, uma participação que pertencia a Mário Palhares, ex-vice-governador do Banco Nacional de Angola, e a António Bernardo, da Roland Berger.