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BdP começa a afastar gestores do Montepio

Tomás Correia viu as contas aprovadas apesar da polémica e da tensão vivida na Assembleia Geral

Tiago Miranda

Gestores intermédios da antiga administração de Tomás Correia foram avisados informalmente de que devem sair. Se não funcionar, avança a coação: avaliação de idoneidade

Uma maneira discreta de sair é não ficar. Não é um jogo de palavras: é uma forma de o Banco de Portugal interferir sem intervir no banco Montepio. Três gestores que terminaram o mandato no final do ano passado, e que permanecem em funções, receberam informalmente o recado de que não devem constar na próxima lista de administradores do Montepio Crédito, empresa que pertence ao banco.

Paulo Magalhães, Jorge Barros Luís e Pedro Ribeiro: os três pertencem ao Conselho de Administração da Montepio Crédito; os três foram administradores do banco Montepio no mandato anterior, liderado por Tomás Correia, que hoje lidera a Associação Mutualista e está em choque não assumido com a nova administração do banco (liderada por Félix Morgado) e com o Banco de Portugal.

As águas continuam assim agitadas para os lados do Montepio, quer no banco (Caixa Económica Montepio Geral, que esta semana apresentou prejuízos de €86,5 milhões 2016, antecipados pelo Expresso na edição passada), quer na sua dona, a Associação Mutualista Montepio Geral.

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