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EDP contesta €237 milhões de impostos

António Mexia (EDP) e João Manso Neto (EDP Renováveis) decidiram avançar contra o fisco

Luis Barra

Em apenas um mês a elétrica abriu uma vaga de impugnações fiscais, após ter aderido ao programa PERES

Miguel Prado

Miguel Prado

Jornalista

É uma guerra silenciosa e discreta, mas nas últimas semanas o grupo EDP lançou uma vaga de ações de impugnação contra cobranças da Autoridade Tributária que, pelas contas do Expresso, estão avaliadas em €237 milhões. A mais recente é a contestação do pagamento de cerca de €30 milhões de impostos por parte da EDP Renováveis, um diferendo fiscal sem precedentes desde a criação da empresa de energias limpas pelo grupo presidido por António Mexia.

Dos dois lados da barricada impera a reserva. Questionado sobre a natureza da impugnação entregue pela EDP Renewables Europe, o Ministério das Finanças respondeu que não se pronuncia sobre casos de contribuintes específicos, “por sigilo fiscal”. A mesma estratégia do lado da EDP. “Relativamente a este tema não faremos qualquer comentário”, declarou a EDP Renováveis. O Expresso sabe apenas que em causa está a cobrança de IRC sobre uma transação específica da EDP Renováveis, encargo que a empresa pagou, mas decidiu agora contestar no Tribunal da Comarca de Lisboa.

Saiba mais na edição deste sábado do Expresso.