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Mário Centeno. “Não há milagres, nem habilidades”

Marcos Borga

défice de 2,1% em 2016 é o resultado de um trabalho “muito intenso”, diz o ministro das Finanças

O ministro das Finanças, Mário Centeno, garantiu que "não há milagres, nem habilidades", mas um trabalho "muito intenso" de toda a Administração Pública que permitiu obter um défice de 2,1% em 2016.

"Não há milagres nem habilidades, mas um trabalho muito, muito intenso de toda a Administração Pública neste resultado", afirmou Mário Centeno em conferência de imprensa, após uma conferência de imprensa depois de o Instituto Nacional de Estatística (INE) ter divulgado esta sexta-feira que o défice orçamental do conjunto de 2016 ficou em 2,1% do PIB, abaixo da meta de 2,5% definida com Bruxelas para o encerramento do PDE.

O ministro das Finanças disse ainda que o orçamento foi cumprido "com um enormíssimo rigor", melhorando a situação nas escolas (em setembro todos os professores estavam colocados), na saúde, na Segurança Social. Há um aumento do excedente da Segurança Social num ano em que existe um aumento na proteção social muito significativo".

"Nada disto se faz sem esse rigor e sem esse trabalho conjunto", considerou o governante.