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Cidades periféricas estão mais dinâmicas

Os voos low cost para São Miguel, nos Açores, estão a ter impacto também no imobiliário

FOTO DR

Nacionais e estrangeiros procuram casas com preços mais baixos e fora dos grandes centros

O regresso do crédito à habitação ao mercado imobiliário é um fenómeno que está a afetar de forma transversal todo o país. Nos últimos dados disponíveis do Instituto Nacional de Estatística (INE) referentes ao terceiro trimestre de 2016, estavam a ser vendidas em média 350 casas por dia, com a Área Metropolitana de Lisboa à frente, com 119, mas zonas como o Alentejo a registarem vendas na ordem das 18 habitações e o Centro com 63, a um ritmo diário. No trimestre homólogo do ano anterior, por exemplo, Lisboa estava com vendas médias de 99 por dia e o Centro com 54.

No grupo imobiliário ERA Portugal, no top 3 dos distritos que mais cresceram em vendas em 2016 (apesar de Lisboa continuar a absorver a maior fatia da faturação) estiveram a Guarda (81,6%, com 242 transações), Évora (60,1%, com 183 transações) e o Funchal (56,6%) com localidades como Setúbal, São Miguel ou Viana do Castelo também a registarem grandes movimentações em comparação com o ano de 2015.

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