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Beja liberta estacionamento à Portela

Avião da EuroAtlantic que tinha acabado de aterrar em Beja e que ainda estava a ser arrumado FOTO luís barra

Aviões estacionam em Beja. Ana reavalia potencial por via da saturação da Portela e do efeito do ‘Brexit’

Além dos aviões de grandes dimensões da HiFly — uma companhia ligada à família Mirpuri — estacionados no Aeroporto de Beja, e dos aviões charters da transportadora portuguesa EuroAtlantic que aterram e descolam nesta infraestrutura alentejana com proveniências e destinos variados, o terminal civil da Base Aérea de Beja aguarda dois investimentos onde serão criados postos de trabalho efetivos. “Depois de ter atravessado um período de desenvolvimento gradual, a atividade do Aeroporto de Beja aumentou significativamente em 2016, e ainda mais já no início de 2017”, comentou José Natário, diretor do terminal civil alentejano.

Como indicadores de referência que atestam o aumento da atividade do Aeroporto de Beja, José Natário mostra a evolução do combustível abastecidos pelos aviões em Beja, “cujas quantidades explicam tudo”. “Em 2016, o combustível abastecido aos aviões que utilizaram o Aeroporto de Beja correspondeu ao volume total acumulado nos abastecimentos efetuados durante os cinco anos anteriores, mas em janeiro e fevereiro de 2017 a atividade de Beja voltou a aumentar, tendo assegurado nesses dois primeiros meses o equivalente a metade do combustível abastecido em todo o ano de 2016”, refere José Natário.

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