Siga-nos

Perfil

Economia

Economia

O fim anunciado do dinheiro físico

O dinheiro vivo tende a acabar e a ser digital. Um negócio gigante que está a atrair tecnológicas e startups e que pode deixar a banca de mãos vazias

João Ramos

João Ramos

Jornalista

O som das moedas e das caixas registadoras, que marca o ritmo inicial da famosa música ‘Money’ dos Pink Floyd vai parecer anacrónico daqui a alguns anos, quando o dinheiro vivo desaparecer e for substituído por transações digitais. Ainda não se sabe exatamente quando as moedas metálicas e notas vão deixar de circular, mas à velocidade que as tecnologias de pagamento eletrónico estão a evoluir, parece ser inevitável que esta transformação aconteça no prazo de uma ou duas décadas.

Na linha da frente desta mudança estão os países escandinavos, com o argumento de que o dinheiro eletrónico é mais seguro, cria emprego e elimina a fraude. A Dinamarca tem em marcha um plano para se tornar o primeiro país sem dinheiro físico em 2030. O novo Governo de Copenhaga já não se compromete com esta data, mas deixou de ser possível fazer pagamentos em dinheiro vivo em lojas de roupa, bombas de gasolina ou até em restaurantes. Para fazer compras no dia a dia, os dinamarqueses usam cada vez mais a aplicação móvel MobilePay que foi lançada em 2013 pelo Danske Bank. Uma solução que é usada por 63% da população e que já ultrapassou a utilização de cartões de crédito e débito.

Leia mais na edição deste fim de semana