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Dívida da EDP cai para mínimo de sete anos

António Mexia classificou 2016 como “um ano bom para o grupo EDP”

Nuno Botelho

Grupo distribuiu €6,5 mil milhões de dividendos desde 2006

Miguel Prado

Miguel Prado

Jornalista

A dívida líquida do grupo EDP encerrou 2016 nos €15,9 mil milhões, com uma redução de €1,5 mil milhões no espaço de 12 meses, que deixou o endividamento da companhia presidida por António Mexia no nível mais baixo dos últimos sete anos. Em 2010, o grupo ainda tinha mais de €16 mil milhões de dívida.

Penalizadora para as contas da empresa, por implicar uma pesada fatura com juros, a dívida da EDP está hoje mais distante do pico de €18,2 mil milhões que chegou a atingir no final de 2012. Mas a redução conseguida no ano passado é para continuar, garante a administração da elétrica.

A gestão da EDP não se compromete com um valor, apenas prometendo trabalhar para que a dívida líquida em 2020 não exceda o triplo do EBITDA (resultado antes de juros, impostos, depreciações e amortizações). Hoje é ainda 4,2 vezes o resultado operacional.

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