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Ryanair e o Montijo: “É só pegar em duas shotguns e o problema dos pássaros resolve-se”

STEPHANIE LECOCQ / EPA

Presidente da companhia aérea de baixo custo fala sobre as questões ambientais no aeroporto do Montijo, que considera demasiado caro

O impacto ambiental do novo aeroporto do Montijo tem para Michael O'Leary, presidente da Ryanair, uma solução simples. "É só pegar em duas shotguns e o problema dos pássaros resolve-se", refere em entrevista ao "Público" desta quinta-feira.

No dia em que anuncia três novas rotas a partir de Lisboa e uma a partir do Porto, o presidente da companhia aérea de baixo custo avança que para que a Ryanair voe para o Montijo é preciso que as taxas sejam mais baixas do que as que são cobradas na Portela.

"Imagino que estas são condições exigidas pela maioria das companhias de aviação. O meu receio é que a ANA diga: olhem, tivemos de gastar €250 milhões para fazer o Montijo, por isso as taxas vão ser as mesmas do que na Portela. Ninguém vai querer voar para lá", diz O'Leary.