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Empresários chumbam OE-2017

Líderes das empresas estrangeiras são mais críticos

Chumbado mais uma vez e de forma liminar. É esta a avaliação que os empresários ouvidos pela Deloitte, em parceria com o Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG) e o Expresso, fazem do Orçamento do Estado para 2017 (OE 2017). O documento recebe uma classificação de apenas 32,3 pontos em 100 possíveis no Índice Deloitte Pro-Business, que visa avaliar a responsabilidade orçamental de estímulo ao crescimento económico.
É o resultado de mais uma iniciativa Budget Watch — Exame Orçamental, que realiza um inquérito ao conselho consultivo empresarial, decomposto em nacional — empresários responsáveis por empresas de capital maioritariamente nacional — e estrangeiro — gestores de empresas de capital maioritariamente estrangeiro a operar em Portugal. Este ano foram formados por Bernardo de Brito e Faro, administrador da Sogrape, Francisco Pinto Balsemão, presidente do conselho de administração da Impresa, Paulo Azevedo, presidente do conselho de administração da Sonae, Paulo Pereira da Silva, presidente-executivo da Renova, Manuel Tarré, presidente do conselho de administração da Gelpeixe, e Ricardo Redondo, administrador financeiro da Licor Beirão, no primeiro caso, e por António Raposo Lima, presidente do conselho de administração da Companhia IBM Portuguesa, António Vieira Monteiro, presidente executivo do Banco Santander Totta, Fernando Teixeira dos Santos, presidente executivo do Banco BIC Português, e Miguel Sanches, presidente-executivo da Volkswagen Autoeuropa, no segundo.

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