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Lone Star disponível para aumentar oferta “de forma substancial”

Nuno Botelho

Governo, Belém e Banco de Portugal querem fechar dossiê antes de março para não prejudicar saída do procedimento por défice excessivo

Helena Pereira

Helena Pereira

Editora de Política

Março é o mês limite para que sejam concluídas as negociações com a Lone Star para a venda do Novo Banco. Este é o horizonte temporal que está informalmente estabelecido entre a Presidência da República, o Governo e o Banco de Portugal (BdP). Tudo por causa da saída do procedimento por défice excessivo cuja decisão informal está prevista para março. Para que tudo corra bem, o Executivo não quer qualquer ponta solta que possa colocar em causa este processo, por exemplo, a sombra de um possível impacto nas contas públicas que venha a ter qualquer solução para o Novo Banco. A comunicação da saída formal do procedimento por défice excessivo está prevista para o Conselho Europeu de 5 de abril e até lá tudo tem de estar fechado. Fonte do Governo, desdramatiza dizendo que “o Novo Banco não afeta muito essa questão”, contudo realça que o Executivo quer fechar o dossiê rapidamente porque “cria incerteza e destrói valor”.

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