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Governo não vai pagar acessos ao Montijo

A vasta área da Base Aérea do Montijo tem uma localização única virada para o estuário do Tejo, com uma vista turística sobre a cidade de Lisboa

José Caria

ANA apresenta soluções de financiamento. Autarquia pede ligações fluviais com qualidade turística

As várias hipóteses de investimento no Montijo — para transformar os 1000 hectares da Base Aérea nº 6 no novo aeroporto complementar da Portela — têm custos que vão dos €200 milhões até mais de €300 milhões. Precisamente para escolher o investimento mais adequado a este projeto, o Governo vai assinar, a meio de fevereiro, um Memorando de Entendimento com a ANA, concessionária dos aeroportos portugueses. O Expresso sabe que este memorando prevê que a ANA analise as soluções de acessibilidades com as autarquias abrangidas no projeto. Neste sentido, a Câmara do Montijo propõe que “a Transtejo utilize navios panorâmicos para assegurar as ligações dedicadas ao novo aeroporto”. O Governo, por seu turno, coloca duas prioridades: que o novo aeroporto comece a funcionar depressa e que o Governo não pague custos diretos com as obras da nova infraestrutura.

A cerca de duas semanas da assinatura do memorando entre o Governo e a ANA — que contará com a presença do primeiro-ministro António Costa e dos responsáveis da Vinci, que controla e gere a ANA — prevê-se que a ANA e as autarquias cheguem a um acordo sobre as acessibilidades rodoviárias necessárias ao aeroporto e sobre os respetivos custos.

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