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CGD. Macedo e Vilar pedem ajuda a trabalhadores para atingir objetivos

Rui Duarte Silva

Paulo Macedo e Emílio Rui Vilar enviaram esta manhã uma carta aos trabalhadores da Caixa Geral de Depósitos. apelando à colaboração de todos para garantir os objetivos traçados: capitalização, reestruturação e rentabilidade do banco público

No primeiro dia em que iniciam funções como presidente executivo da CGD e presidente do Conselho de Administração, Paulo Macedo e Emílio Rui Vilar, respetivamente, não perderam tempo e dirigiram-se aos trabalhadores do banco público no sentido de os envolver nos desafios que têm pela frente.

Na carta a que o Expresso teve acesso afirmam que a Caixa "é um banco líder no panorama bancário português, com uma marca forte e uma grande equipa" e que a "ambição que temos pela frente é elevada e requer um grande envolvimento de todos, para conseguirmos atingir os objectivos propostos de melhor eficiência, menos risco e maior rentabilidade".

Paulo Macedo e Rui Vilar lembram ainda que o sistema bancário atravessa um período desafiante e que terá de se ajustar e "reposicionar rapidamente para fazer face às novas tendências de evolução do negócio bancário na Europa".

Não deixam de referir também, de forma clara, que " a capitalização e reestruturação da Caixa é uma grande oportunidade que nos é dada - a todos - de colaboração nesse processo de relançamento da instituição, como uma referência no financiamento da economia nacional".

Sublinham que a tarefa que têm pela frente "é uma grande responsabilidade, porque o país está a realizar um investimento elevado na Caixa , numa época de recursos mais escassos, e exigirá justamente que o mesmo seja bem aplicado e, se falharmos, dificilmente nos será dada outra oportunidade".

Paulo Macedo e Rui Vilar acrescentam ainda, em tom de convocação, aos trabalhadores do banco público: "É por isso tempo de executar, de agir, de trabalhar e de focarmos toda a energia na concretização da recapitalização e reestruturação da nossa instituição, mas também na melhoria dos serviços aos nossos clientes e na criação de valor, permitindo encarar o futuro com otimismo e confiança".

  • Poupanças de Paulo Macedo estão quase todas no BCP

    De acordo com a declaração de património e rendimentos de 2015, Macedo tinha uma aplicação a prazo na Caixa Geral de Depósitos de 19 mil euros, que vencia no final desse ano. As suas contas-poupança estavam no BCP, instituição à qual estava ligado