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China contrata manutenção de aviões em Alverca

Rodrigo Rosa num dos hangares onde a OGMA faz manutenção de aviões

Tiago Miranda

OGMA vai investir €14 milhões este ano e continuará a contratar

Há novos países no cardápio da OGMA — Indústria Aeronáutica de Portugal. E estão localizados a oriente. A empresa assinou recentemente um contrato de três anos para a manutenção geral de 15 aeronaves. Mas a grande ‘lança’ na Ásia é a China: foi firmado um contrato, também de três anos, com um operador chinês para manutenção dos trens de aterragem de uma frota de 20 aviões E-Jets de médio curso da Embraer.

Quase com 100 anos de atividade — que completará em 2018 —, a OGMA continua a crescer, captou novos clientes internacionais e aumentou as suas valências com uma nova área de pintura de aviões, que começará a funcionar no início do ano. Por isso, em 2017 vai contratar mais trabalhadores (tem atualmente 1734 funcionários) e também este ano prevê investir €14 milhões para se preparar para a robotização — a designada indústria 4.0.

Rodrigo Rosa, presidente da OGMA, diz que 2016 “correu bem”, com um crescimento de 4% no volume de negócios face aos €188 milhões registados em 2015, ano em que a empresa apresentou um lucro recorde de €11,6 milhões, e acredita que “2017 terá um desempenho ainda melhor, com o contributo de novas áreas”.

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