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Lone Star admite juntar grupos nacionais à oferta

Negociações continuam intensas mas sem luz ao fundo do túnel. Garantias públicas ainda não caíram

O fundo norte-americano Lone Star não desiste de comprar o Novo Banco mas pode não ir sozinho. O Expresso sabe que a Lone Star tem sido contactada por alguns dos maiores grupos empresariais portugueses, que se mostraram disponíveis para integrar a proposta de compra pelo antigo BES. Entre a Lone Star e estes grupos ocorreram já reuniões de trabalho, e, apesar de os americanos admitirem que não precisam de ajuda, a entrada de capital português é bem vista, até porque pode aumentar as probabilidades de sucesso da operação.

O problema continua a ser o mesmo de sempre: contornar a questão das garantias públicas. Apesar das negociações estarem ativas, a contragarantia pública de €2,5 mil milhões pedida pela Lone Star para fazer face a possíveis perdas com os ativos não estratégicos que foram colocados numa espécie de side bank, ainda não foi retirada. Entre estes ativos estão os interesses imobiliários do ex-BES e outras participações para serem alienadas, além de créditos concedidos sem qualquer tipo de garantia dos clientes.

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