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Construtoras procuram companheiro

Na Elevo, a missão de Pedro Gonçalves é valorizar, consolidar e vender

Rui Duarte Silva

Elevo e Opway estão à janela tentando seduzir investidores internacionais

É a versão da carochinha aplicada à construção. A Elevo, detida pelo fundo Vallis, está à janela do mercado, à procura de um noivo atraente. A Opway (ex-GES), controlada por três gestores, não esconde que procura um marido rico e com dote para aumentar o capital. Nos dois casos, os casamentos permitiriam limpar a casa, financiar incursões em novos países e suportar um crescimento saudável. O Vallis reconhece negociações e admite vender o grupo se surgirem interessados.

O Vallis “mantém-se fiel à política de nunca comentar transações de compra ou venda antes delas acontecerem”, responde Pedro Gonçalves, presidente da Elevo e gestor do Vallis Construction. Dito isto, reconhece que a gestão não quer ficar “sentada em cima dos ativos e que a sua missão é consolidar e vender tão breve quanto possível”.

A vocação deste tipo de fundos é, após a fase de “valorização dos ativos e revitalização das empresas”, procurar outros investidores que “permitam aos subscritores rentabilizarem o investimento”. A pesquisa segue duas vias possíveis: a venda pura e simples ou a entrada de investidores que suportem o crescimento. Mas o Vallis não organizou dossiê de venda, não lançou nenhum processo formal nem contratou um agente vendedor.

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