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Banco de Portugal estuda venda parcial do Novo Banco

Novo Banco continua a ser uma dor de cabeça para António Costa e Mário Centeno

Marcos Borga

Supervisor procura saídas criativas e luta para afastar garantias de Estado

Num labirinto à procura de uma saída — é esta a fase em que está o processo de venda do Novo Banco. Governo e Banco de Portugal (BdP) desdobram-se à procura de uma solução que permita vender o antigo BES sem comprometer dinheiros públicos. Alargar a hipótese de venda de apenas parte do banco a todos os candidatos é uma ideia que ganha peso.

Todos os cenários estão em aberto, e o BdP está a dar tudo por tudo para contornar a posição do Governo de que não haverá garantias de Estado no negócio. A existência de garantias é uma das exigências da proposta selecionada da Lone Star, e a sua retirada terá de ter contrapartidas.
Para já, a equipa do governador Carlos Costa está a tentar melhorar a oferta de compra da Lone Star e continua empenhada em que o consórcio Apollo/Centerbridge apresente uma proposta vinculativa. Em cima da mesa está a negociação de um reequilíbrio entre o preço e a contragarantia pedida ao Estado. Ou seja, reduzir o preço, como compensação pela redução das contrapartidas. O investidor chinês Minsheng está por agora afastado por não conseguir levantar fundos para comprar o Novo Banco.

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