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“A Galp pode ter força de bloqueio”

Paulo Carmona liderou até dezembro a Entidade Nacional para o Mercado de Combustíveis (ENMC). Saiu no meio de “uma grande confusão” sobre o futuro da entidade, mas ainda responde na primeira pessoa do plural, como se continuasse à frente dela. Admite que tem faltado coragem política para tomar as medidas necessárias para aumentar a concorrência no mercado nacional.

Miguel Prado

Miguel Prado

Jornalista

Teria gostado de continuar à frente da ENMC?
Três anos é um bom limite de mandato. E há uma coisa que recomendo a qualquer pessoa: trazer a experiência da área privada para o sector público. Isso enriquece.


Há um processo iniciado pelo PCP no Parlamento para a extinção do organismo e, por outro lado, a sua substituição. Como olha para o que está a acontecer na ENMC?
Ainda hoje não entendi qual foi a questão por trás da extinção da ENMC. Não faz sentido. Não há transferência de competências da ENMC para a ERSE, porque a ERSE é um regulador e nós não temos nada a ver com regulação. A regulação do sector dos combustíveis é feita pela Autoridade da Concorrência, que ainda há pouco aplicou multas na área do gás de botija.

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