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“Não há um vazio de poder na Caixa”

Rui Vilar presidiu à Caixa entre 1989 e 1995 e ficará com Macedo FOTO Ana Baião

Ana Baião

Enquanto Paulo Macedo não chega, Rui Vilar diz que é ele que preside ao banco público depois de Domingues bater com a porta

“Não há um vazio de poder na Caixa”. As palavras são de Rui Vilar, vice-presidente demissionário do conselho de administração do banco público. É este gestor, que já foi convidado pelas Finanças para presidir ao conselho de administração da Caixa Geral de Depósitos (CGD), quem está a pilotar atualmente o banco público.

Não lhe é estranha a tarefa. Rui Vilar tem uma vasta experiência no sector e foi durante seis anos, entre 1989 e 1995, presidente da CGD. É um nome consensual e uma voz respeitada entre os altos quadros do banco, que ajudou a modernizar. “Na Caixa há um antes de Rui Vilar e um depois”, diz fonte da banca. Não será por acaso que Vilar, ex-vice-governador do Banco de Portugal e próximo do Partido Socialista, fazia parte da equipa de António Domingues e vai continuar na de Paulo Macedo.

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