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Campismo quer lei para ‘disciplinar’ autocaravanas

Estacionamento “ilegal” das autocaravanas na Costa Vicentina está 
a mobilizar os parques para uma nova lei

Tiago Miranda

No rescaldo de um “verão caótico” com milhares de autocaravanas fora dos parques, o sector alerta para a fuga fiscal de €200 milhões e quer ter “regras claras”

O “brutal afluxo” de autocaravanas a circular em Portugal, que disparou em 2016, e as suas “pernoitas selvagens, instalando-se na primeira linha da costa, até em cima de falésias ou em estacionamentos de praia destinados a outros veículos”, levou os parques de campismo a mobilizarem-se para “a tomada de medidas legislativas imediatas” destinadas a travar o que já designam de uma “situação caótica”. Segundo alegam, o facto de as autocaravanas ficarem fora dos parques, além de lesar as empresas de campismo, já atinge, pela sua dimensão, “uma fuga fiscal de €100 milhões a €200 milhões por ano, quando a economia do país tanto precisa de receitas”.

A proposta para uma nova lei no sector, que já foi entregue à Assembleia da República e aos diversos grupos parlamentares, e à Secretaria de Estado do Turismo, entre outras entidades, partiu da Associação dos Parques de Campismo do Alentejo e Algarve (APCAA), cujos associados têm um peso de 27% na oferta do país, e sobretudo representam os parques de campismo na Costa Vicentina, onde o “estacionamento ilegal e descontrolado” de autocaravanas mais se faz sentir.

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