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Meta de dívida em risco mesmo com reembolso ao FMI

Pagamento de €2068 milhões pode não ser suficiente para atingir 129,7% do PIB

O reembolso antecipado de €2068 milhões ao Fundo Monetário Internacional (FMI), anunciado pelo Governo esta semana, pode não chegar para assegurar que a meta de dívida pública é atingida no final do ano. Embora este pagamento corresponda a cerca de 1,1% do PIB, foi financiado com a terceira emissão de €1500 milhões em Obrigações do Tesouro de Rendimento Variável (OTRV) que não estava prevista e com €400 milhões a mais em Bilhetes do Tesouro. O que significa que, na prática, o contributo líquido para redução da dívida no final do ano é diminuto.
O objetivo do Governo, fixado no Orçamento do Estado, é chegar a dezembro com uma dívida em 129,7% do PIB. Só que, no saldo entre amortizações e novas emissões registadas desde setembro, quando a dívida estava em 133,1%, faltam cerca de mil milhões. Uma diferença que pode colocar o rácio em 130,2% no final do ano, segundo contas do Expresso que foram confirmadas junto de uma fonte governamental.

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