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Adiamento no BPI não atrasa processo do BFA, diz o CaixaBank

O CaixaBank acredita que até ao dia 13 de dezembro o BCE diga se a operação de venda de 2% do Banco Fomento de Angola é suficiente

O CaixaBank garante que o adiamento da aprovação da venda de 2% do BPI no Banco de Fomento Angola não induz atrasos na operação. O banco justifica o seu pedido de suspensão da assembleia geral (AG) desta quarta-feira por ser preferível esperar pela confirmação do Banco Central Europeu (BCE) de que a venda resolve o risco a Angola.

Num comunicado divulgado após a AG, o CaixaBank diz estar "consciente da importância da venda de 2% do BFA para o futuro do BPI e dos seus acionistas". E justifica a proposta de adiamento da AG: "Trata-se simplesmente de esperar mais alguns dias para ver se é possível ter a confirmação por parte do BCE sobre se a venda de 2% do BFA é suficiente para solucionar o excesso de concentração de riscos do BPI em Angola", diz o banco catalão.
Segundo o CaixaBank, com a suspensão "não vai existir nenhum atraso" no processo, pois o contrato assinado entre o BPI e a Unitel no passado dia 7 de outubro, determina que os acionistas do BPI aprovem a operação até 15 de dezembro.

A nova AG foi adiada para 13 de dezembro. O CaixaBank "ainda não decidiu o sentido do seu voto", acrescenta o comunicado. A suspensão da AG foi aprovada por 65.68% dos votos.