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Receitas totais da Vodafone Portugal sobem 1,5% para €258,4 milhões

JUSTIN TALLIS / AFP / Getty Images

As receitas totais da Vodafone Portugal subiram 1,5% no segundo trimestre terminado em setembro, em termos homólogos, para 258,4 milhões de euros, e as de serviços avançaram 2,2%, anunciou esta terça-feiira a operadora de telecomunicações

As receitas de serviços da Vodafone Portugal atingiram os 236,9 milhões de euros no segundo trimestre fiscal, uma subida de 2,2% face a igual período de 2015, de acordo com a operadora liderada por Mário Vaz.

"Este desempenho revela uma aceleração significativa do ritmo de crescimento do principal indicador de negócio, que avança pelo quarto trimestre consecutivo", explicou a operadora, referindo-se às receitas de serviço.

Segundo a Vodafone Portugal, o desempenho "é ainda mais expressivo" se for considerado "o efeito da descida das tarifas de terminação móvel da voz, sem a qual as receitas de serviço teriam subido, neste trimestre, 2,9%" em termos anuais.

Face ao primeiro trimestre, as receitas totais subiram 9,4% e as de serviços progrediram 7,3%.
Analisando o primeiro semestre fiscal - que começou em abril e terminou em setembro -, as receitas de serviço aumentaram 1,2% para 457,6 milhões de euros, e as receitas totais aumentaram 0,6% para 494,5 milhões de euros.

"A Vodafone Portugal apresenta um crescimento operacional nos segmentos mais relevantes do mercado e consolida a tendência de melhoria dos indicadores financeiros durante o segundo trimestre do exercício fiscal 2016-2017 (com início em abril de 2016 e conclusão em março de 2017)", refere a empresa.

A operadora "mantém a tendência de crescimento, reflexo de um posicionamento estratégico diferenciador num setor cada vez mais competitivo e convergente", refere o presidente executivo, Mário Vaz, citado em comunicado.

"O serviço móvel apresenta uma progressiva recuperação, permitindo à Vodafone manter a sua posição de relevo neste segmento, e no negócio fixo, em particular na televisão por subscrição, a Vodafone tem vindo a reforçar sistematicamente a sua quota de mercado", adiantou.

A empresa destacou que o desempenho financeiro assenta numa "maior resiliência do segmento móvel, impulsionado pelos dados móveis e pela sazonalidade associada ao período de verão, bem como o crescimento forte e sustentado do segmento fixo".

No trimestre em análise, o número de clientes de quarta geração móvel (4G) "é já superior a um milhão, fruto de um acréscimo de 124%" em termos anuais, "enquanto a penetração de 'smartphones' [telemóveis inteligentes] no total da base de clientes sobe para 63,2%", acrescenta.

Entre julho e setembro, a operadora aponta para "o incremento de 23,1% da base de clientes fixos, que atinge 546,5 mil", adiantando que no final de setembro a extensão da cobertura de rede de fibra ótica de última geração "supera já os 37.000 quilómetros e abrange mais de 2,5 milhões de casas e empresas".