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Economistas explicam previsões falhadas

A culpa é da Comissão Europeia, de Angola e do Brasil. Economistas do PS justificam falhas nas previsões

Mistificar: abusar da credibilidade de alguém. Enganar. Lograr. A alusão a este verbo foi feita pelo ministro das Finanças. Para Mário Centeno, “houve uma leitura um pouco mistificada do exercício macroeconómico” que foi desenhado. E que não se concretizou. A resposta foi dada numa entrevista ao Expresso na passada edição em que também participaram os secretários de Estado Ricardo Mourinho Félix e Fernando Rocha Andrade. Foi precisamente para essa entrevista que fonte oficial das Finanças remeteu quando o Expresso tentou obter um comentário ao facto de a economia não corresponder ao que se esperava no cenário macroeconómico socialista. De resto, entre os vários economistas da equipa do PS, poucos foram os que responderam à questão. Os que estão no Governo — e são vários — remetem quase todos para declarações públicas anteriores. Nas Finanças são três: Centeno, Rocha Andrade e também João Leão, do Orçamento.

Em abril do ano passado, o grupo dos 12 economistas entregou um programa ao então candidato a primeiro-ministro, António Costa, que apontava para crescimentos de 2,4% em 2016 e 3,1% em 2017. A realidade? A economia deve crescer 1,2% este ano e 1,5% no próximo ano, segundo o Orçamento do Estado para 2017.

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