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Privatizações já eram, chegou a hora de diversificar o investimento

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António Costa foi recebido ao mais alto nível na sua visita de cinco dias à China. O Presidente da República, Xi Jinping, reuniu-se com o primeiro-ministro e os ministros da Economia e da Cultura no Palácio do Povo, em Pequim

Reuters

Está em curso uma nova onda de investimento chinês em Portugal. A China está a substituir Angola em algumas áreas

Portugal é o quinto maior destino do investimento chinês na Europa, e há uma nova onda de compras a caminho. Banca, plataformas logísticas, turismo e agricultura são alguns dos sectores que estão nos últimos tempos no topo do interesse dos investidores chineses e foram alvo de atenção especial na visita de cinco dias à China feita esta semana pelo primeiro-ministro.

Com o país ávido de investimento direto estrangeiro, António Costa esteve na China para mostrar que Portugal quer fortalecer as relações diplomáticas e os negócios com Pequim e sublinhar que há potencial de investimento em diversas áreas. Ou seja, a fase de investimento em grandes empresas, algumas monopolistas, como aconteceu com os negócios feitos durante o anterior Governo, acabou, já não há praticamente mais nada para privatizar, e agora a palavra de ordem é diversificar. António Costa foi recebido pelo Presidente da República, Xi Jinping, e pelo primeiro-ministro, Li Keqiang, num sinal claro da importância estratégica de Portugal para a China. Uma importância que se mede pela situação geoestratégica do nosso país, membro da União Europeia, parceiro estratégico dos EUA e com empresas em África e no Brasil.

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