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Desemprego na OCDE mantém-se nos 6,3% em agosto

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O desemprego na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) manteve-se nos 6,3% em agosto, com uma queda do desemprego juvenil que teve como contrapartida um ligeiro aumento para as pessoas com mais de 25 anos

O desemprego cresceu em agosto (face a julho) em alguns dos seus grandes países, em particular na França (duas décimas para os 10,5%), na Coreia do Sul (duas décimas para os 3,8%), no Japão (uma décima para 3,1%) e no Canadá (uma décima para 7%), de acordo com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).

Em sentido contrário, registaram-se descidas na Holanda (duas décimas para 5,8%), Letónia (duas décimas para os 9,3%), República Checa (duas décimas para os 3,9%), Espanha (uma décima para 19,5%) e na Polónia (uma décima para 5,9%).

O desemprego manteve-se sem alterações nos EUA (4,9% pelo terceiro mês consecutivo) e na zona euro no seu conjunto (10,1% desde abril), na Alemanha (4,2%) e no México (3,8%).

No conjunto da OCDE, havia em agosto 39,4 milhões de desempregados, menos 9,5 milhões do que no pico de janeiro de 2013, mas mais 6,8 milhões do que antes de começarem a sentir-se os efeitos da crise em abril de 2008.

A OCDE destacou que o desemprego juvenil baixou na maioria dos 34 países membros em agosto, o que fez baixar a média em duas décimas para 12,9%.

Na zona euro, o desemprego nos jovens com menos de 25 anos situou-se no seu ponto mais baixo desde junho de 2009, com 20,7% (menos uma décima do que em junho).

A Grécia (com uma taxa de desemprego de 47,7% em junho, o último dado disponível), Espanha (43,2%, menos sete décimas do que em julho) e Itália (38,8%, quatro décimas menos do que em julho) mantém-se como os três países com taxas de desemprego mais elevadas da OCDE.