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Vem aí a 37ª auditoria à CGD

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António Domingues, novo presidente da CGD, na Comissão Parlamentar de Inquérito

José Caria

Banco público teve 36 auditorias desde 2000. O Governo diz que o novo escrutínio é para apurar responsabilidades

Desde 2000 já foram feitas 36 auditorias à Caixa Geral de Depósitos (CGD), 30 pelo Banco de Portugal (BdP) e seis pelo Banco Central Europeu. Em junho, o Conselho de Ministros ordenou que se fizesse mais uma, desta vez para escrutinar os atos de gestão do banco público desde 2000. O que espera o Governo encontrar que não foi detetado em 16 anos?

O objetivo é esclarecer os créditos problemáticos que foram dados pela Caixa, alvo da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), onde esta semana foi ouvido o novo presidente, António Domingues. Mas quem a irá fazer? Domingues disse aos deputados que não foi incumbido da tarefa e sugeriu que fosse realizada pelo supervisor. Como, desde novembro de 2014, os grandes bancos são supervisionados pelo BCE, o assunto poderá ter de passar por Frankfurt. “Na Caixa não foram detetados até agora procedimentos ilegais. O risco faz parte da atividade de qualquer banco. O que deve ser questionado é o mandato político que foi dado às diferentes administrações”, disse ao Expresso uma fonte do meio financeiro.

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