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Crise do Deutsche chega a Portugal

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Wolfgang Rattay / Reuters

Exposição da banca portuguesa é reduzida. Mas maior banco da Europa é sempre um problema se estourar. E o receio é esse

O impacto do colapso do Deutsche Bank (DB) em Portugal seria tudo menos ‘amendoins’. O maior banco da Europa tem estado sob forte pressão e há cada vez mais investidores convencidos de que poderá ter que ser resgatado, com tudo o que isso implica à luz das atuais regras europeias. Portugal, como um dos países periféricos da zona euro e mais sensíveis a tudo o que é turbulência, estará sempre na linha da frente. Em particular, os banca. “A banca nacional não ficaria à margem desse choque e provavelmente teria de ser intervencionada. E aqui, só nos restaria esperar pela ajuda do Banco Central Europeu”, refere João Queiroz, diretor de negociação do Banco Carregosa.

Apesar de ter poucos balcões e uma presença menor na banca de retalho do que os maiores bancos, o DB é o maior distribuidor de fundos e de investimento estrangeiro no mercado português. E é líder na venda de produtos estruturados, o que ficou patente recentemente na dimensão dos lesados do banco alemão com as obrigações da Portugal Telecom.

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