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Bolsas. Europa abre em terreno positivo

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O índice Eurostoxx 50 regista ganhos de 0,8%. Bolsa de Lisboa em linha com trajetória de subida europeia. Europa segue fecho em terreno positivo da Ásia Pacífico

Jorge Nascimento Rodrigues

As bolsas europeias abriram esta terça-feira com ganhos. O índice Eurostoxx 50, das cinquenta principais cotadas da zona euro, abriu a subir 0,8%. O índice Ibex 35, da bolsa de Madrid, liderava as subidas. Em Lisboa, o PSI 20 está em linha com a trajetória europeia, registando ganhos de 0,1%. Os futuros em Wall Street estão a subir 0,6%. Na bolsa de Frankfurt, i Deutsche Bank lidera as subidas a valorizar mais de 1%.

Os mercados europeus seguem o fecho em terreno positivo da Ásia Pacífico. O índice Hang Seng, de Hong Kong, lidera as subidas com ganhos superiores a 1,3%. O índice Nikkei 225, da bolsa de Tóquio, fechou a subir 0,84%. As duas bolsas chinesas passaram a terreno positivo nos últimos 45 minutos de negociação, com os índices compósitos de Xangai e Shenzhen a fecharem com subidas de 0,44% e 06% respetivamente. Na Ásia Pacífico apenas o índice ASX 200, australiano, encerrou a sessão desta terça-feira com perdas de 0,47%.

A Ásia Pacífico inverteu o fecho no vermelho nas duas últimas sessões. Ontem o índice MSCI respetivo perdeu 0,8% e na sexta-feira passada caíra 0,22%. A Europa fechou na sexta-feira a perder 0,89% e esta segunda-feira encerrou a deslizar 1,15%, segundo o índice MSCI respetivo.

O otimismo da sessão desta terça-feira está a ser atribuído ao impacto positivo da vitória de Hillary Clinton no debate presidencial de segunda-feira nos Estados Unidos, na perceção dos mercados financeiros. As posições de Donald Trump sobre a Reserva Federal norte-americana (criticando a manutenção de juros baixos) e sobre a dívida federal (apontando para uma subida em dez anos de mais de 30 pontos percentuais no rácio em relação ao PIB) desagradam, bem como a incerteza sobre as suas reações, caso seja eleito a 8 de novembro, no plano geoeconómico e geopolítico.

Os analistas estão, agora, na expetativa para ver, se na Europa, o 'efeito Clinton' supera a crise do Deustche Bank.