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Ações do BPI sobem acima de 3,5% depois da subida de preço da OPA pelo CaixaBank

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Nuno Fox

Depois de estarem suspensos durante toda a sessão desta quarta-feira, devido à assembleia-geral do banco, os títulos do BPI começaram a manhã desta quinta-feira em alta. O otimismo dos investidores é maior, depois de o CaixaBank ter subido o preço da oferta pública de aquisição

O comportamento em alta das ações do BPI, cuja negociação esteve suspensa esta quarta-feira devido à realização da assembleia-geral do banco que aprovou a desblindagem dos estatutos, está a marcar o ritmo da bolsa nacional neste início de manhã de quinta-feira. O PSI-20, o principal índice bolsista do mercado de capitais português, abriu a ganhar 0,63%. E o BPI está ganhar 3,48%, com cada ação a valer 1,1290 euros.

Na quarta-feira, o PSI fechou a ganhar 0,25%, com as ações do BPI ainda suspensas. Depois da votação dos acionistas do BPI, a oferta pública de aquisição (OPA) do CaixaBank, que com a desblindagem de estatutos passou a deter mais de um terço dos direitos de voto do BPI, passou de voluntária a obrigatória. E só quando o banco espanhol anunciou a subida de preço da OPA, de 1,113 euros para 1,134 euros, é que a Comissão do Mercado de Valores Imobiliários, levantou a suspensão.

Esta quinta-feira é o BPI que está a marcar o ritmo da sessão. É o título que mais sobe, seguido da Galp Energia (2,20%), da Mota-Engil (1,73%) e do BCP (1,28%). Às 8h20, a NOS era a única cotada a cair (-0,33%).

A negociação em alta do PSI-20 está a acompanhar a tendência generalizada desta quinta-feira nas principais bolsas europeias, depois de ontem já ter fechado no verde, a ganhar 0,25%.