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Wall Street abre em alta seguindo tendência europeia

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As bolsas de Nova Iorque abriram esta quarta-feira com os principais índices a registarem ganhos. O índice Eurostoxx 50, da zona euro, avança 0,7%. Investidores receberam positivamente novas medidas de estímulos do Banco do Japão e maioria não espera que a Fed suba as taxas de juro na reunião de hoje

Jorge Nascimento Rodrigues

Wall Street e Nasdaq abriram em alta esta quarta-feira prosseguindo a tendência positiva na Ásia e na Europa. O Dow Jones 30 sobe 0,44%, o S&P 500 avança 0,45% e o Nasdaq ganha 0,39%, alguns minutos depois da abertura das bolsas em Nova Iorque pelas 14h30 (hora de Portugal).

Os investidores nos mercados acionistas receberam positivamente a decisão do Banco do Japão (BoJ) em controlar as taxas de juro das obrigações de longo prazo do estado nipónico, com o objetivo de as manter fora de terreno negativo, e em pretender que a inflação ultrapasse a meta de médio prazo de 2% e que se mantenha de "um modo estável" a esse nível mais elevado do que o oficialmente definido até agora.

As duas novidades do arsenal de política monetária de estímulos do BoJ surpreenderam hoje pela positiva quer na Ásia como na Europa. Na Ásia, o índice Nikkei 225 da Bolsa de Tóquio liderou as subidas, com um ganho de quase 2%. Na Europa, o índice Eurostoxx 50, das cinquenta principais cotadas da zona europa, está a ganhar 0,7% à hora de abertura de Wall Street. O índice que mais sobe na Europa é o MIB da Bolsa de Milão. Em Lisboa, o PSI 20 ganha 0,6%.

A abertura em alta em Nova Iorque parece indicar que os investidores não esperam nenhuma surpresa da parte do comité de política monetária da Reserva Federal norte-americana (Fed) que divulgará as decisões da reunião de dois dias pelas 19h (hora de Portugal), início da tarde nos Estados Unidos.

  • Na reunião que terminou esta quarta-feira, a equipa de Haruhiko Kuroda avançou com o controlo do nível de juros das obrigações nipónicas de longo prazo. Pretende mantê-lo perto de 0%. E pretende a médio prazo ultrapassar a meta de inflação de 2%