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Venda do Novo Banco fica à espera do BCP e do BPI

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A primeira tentativa de venda falhou e, nesta segunda ronda, não está fácil vender o banco que nasceu do fim do BES

José Carlos Carvalho

Banco de Portugal quer pressão competitiva pelo Novo Banco. Mas há avaliações negativas entre as propostas. Banco vai vendendo ativos

Prazo adiado. A venda do Novo Banco, que tinha agosto como mês de referência, foi arrastada pelo menos até outubro. O objetivo é manter o BPI e o BCP na corrida, para criar a competitção em torno do banco nascido a partir das cinzas do Banco Espírito Santo.

BPI e BCP são dois dos quatro candidatos à compra do Novo Banco mas ambos estão numa fase de indefinição acionista, que neste momento os retiraria de avançar com negociações para a eventual aquisição.

O BPI está sob uma oferta pública de aquisição (OPA) que não chegou ainda ao mercado (nem se sabe se vai chegar), uma vez que exige uma “desblindagem” de estatutos que só poderá ser aprovada em assembleia geral. Essa assembleia geral foi marcada para esta semana mas acabou adiada por impasse acionista. Até saber-se se os espanhóis do CaixaBank assumem o controlo do BPI, nada feito em relação ao Novo Banco. O BPI é dado como um dos principais interessados no Novo Banco, pelas sinergias de que poderia retirar.

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