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Domingues quer criar unidade para malparado na CGD

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Luis Barra

O objetivo é criar um segmento de negócios independente para o crédito problemático

São uma permanente dor de cabeça para os bancos as imparidades provocadas pelos créditos problemáticos, e a Caixa Geral de Depósitos (CGD) é uma das grandes afetadas por esta questão. Sem limpar definitivamente das contas grande parte destes créditos, dificilmente o banco público regressará aos lucros e poderá apresentar a rentabilidade exigida pelas autoridades europeias após o recém-aprovado plano de recapitalização de €5,160 mil milhões.

António Domingues, o novo presidente da Caixa, sabe-o bem e tem estado a trabalhar afincadamente neste dossiê. Em cima da mesa tem já um plano. A ideia, sabe o Expresso, é criar uma unidade de negócios independente, dentro da CGD, para onde irá deslocar o crédito malparado, uma antecâmara das imparidades. Não é uma novidade absoluta, o BCP tem uma operação semelhante (o legacy bank) e o Banif também chegou a ter.

Leia mais na edição deste fim de semana.