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Atrasos no BPI incomodam BCE

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CaixaBank volta a recusar aumentar preço na OPA

Albert Gea / Reuters

Para o banco central, a situação no BPI arrasta-se há demasiado tempo. Próxima Assembleia Geral pode ser decisiva

A situação no BPI já se arrasta há demasiado tempo. É assim que o Banco Central Europeu (BCE) encara o adiamento sucessivo da votação da desblindagem de estatutos, segundo apurou o Expresso. O BCE quer que a questão da exposição do BPI ao risco de Angola seja resolvida o mais rápido possível. O facto de os acionistas estarem em guerra em vez de se concentrarem na resolução dos problemas do banco é mal visto.

A suspensão dos trabalhos da Assembleia Geral pela segunda vez consecutiva, no passado dia 6 de setembro, veio arrastar ainda mais a situação.

O BCE deu quatro meses ao CaixaBank para resolver a questão da exposição do BPI ao risco de Angola, após a concretização da Oferta Pública de Aquisição (OPA) em curso. O anúncio preliminar da Oferta foi efetuado a 18 de abril deste ano. Na prática, se o CaixaBank conseguisse tomar o controlo do BPI em outubro, teria até fevereiro de 2017 para negociar com os angolanos uma solução para o BFA. O banco angolano é o principal contribuidor para os lucros do BPI.

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