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Amazon e Sony investem em startup portuguesa

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Daniela Braga está a viver em Seattle e visita periodicamente a delegação da Defined Crowd na Startup Lisboa

Tiago Miranda

A Defined Crowd está a desenvolver uma plataforma para linguagem natural que atrai gigantes da tecnologia

João Ramos

João Ramos

Jornalista

A Defined Crowd, uma startup portuguesa sedeada em Seattle que está a criar plataformas que ‘purificam’ os dados de linguagem natural para serem usados por máquinas com inteligência artificial, arrancou há um ano e não demorou a conseguir grandes clientes internacionais. Alavancada por 200 mil dólares de capital-semente da Microsoft Ventures, conquistou grandes empresas que fazem parte da lista das 500 maiores empresas mundiais da revista americana “Fortune”. Daniela Braga, 38 anos, presidente executiva, orgulha-se de ter fundado uma das poucas startups tecnológicas que desde o primeiro dia angariou clientes e gerou receitas.

Na semana passada, as perspetivas da Defined Crowd de acelerar o crescimento ganharam ainda mais consistência ao garantir o financiamento de 1,1 milhões de dólares (quase €1 milhão) provenientes de dois gigantes da tecnologia, os grupos Sony e Amazon (através dos fundos Sony Innovation Fund e da Amazon Alexa Fund) e também da Portugal Ventures e das empresas Swan, de capitais americanos, e Busy Angels, de capitais portugueses. Um investimento que vai permitir à Defined Crowd recrutar e aumentar o negócio internacional fora dos EUA nos próximos 18 meses. “Estamos em condições de aumentar a equipa de seis para 18 pessoas até ao final do ano. A equipa de investigação e desenvolvimento, que está em Lisboa, vai crescer para 12 pessoas, sobretudo engenheiros informáticos e data scientists. Já a sede em Seattle vai ter cinco pessoas especialistas na área de vendas”, revela Daniela. Com este reforço da equipa, a empresa vai desenvolver uma versão na nuvem SaaS — Software as a Service da sua plataforma que terá “funcionalidades inovadoras de inteligência artificial nos fluxos de dados”.

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