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Escola de programadores vai para fora

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João Magalhães, nas instalações da Academia de Código na Startup Lisboa, trabalhou 
em consultoria e banca de investimento antes de fundar a empresa

Tiago Miranda

A Academia de Código, startup que ensina programação a adultos e crianças, está já a desenvolver projetos em Itália, Grécia e Polónia

Começou com o ensino de programação nas escolas do primeiro ciclo, expandiu o modelo a jovens licenciados e desempregados, e tem o objetivo de resolver dois problemas sociais: o do desemprego e o do insucesso escolar. Em Portugal e no mundo. Com uma taxa de empregabilidade de 100% e um projeto de impacto social no portefólio, a Academia de Código está agora a orientar o seu modelo de negócio para o estrangeiro. A expectativa é triplicar os €250 mil que faturou no ano passado.

“Pesquisámos e verificámos que não existe nada deste género a nível mundial. Por isso, vamos estar muito focados no mercado internacional já a partir deste mês”, avança João Magalhães, cofundador da Academia de Código. Para já, “estamos a arrancar com projetos-piloto a nível europeu, na Polónia, Grécia e Itália, através de fundos comunitários. O objetivo é replicar a nossa experiência noutros países”, acrescenta. Os programas estão a ser desenvolvidos desde o início do ano, em parceria com seis instituições de ensino dos países envolvidos, e validados pela Universidade de Aveiro.

Na mira vão estar países do sul da Europa, América Latina e África. “São mercados em que a necessidade se assemelha muito à de Portugal, onde não existem conteúdos organizados nem ferramentas”, adianta João Magalhães.

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