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Política do Governo assusta investidores

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Opções estratégicas erráticas e cenário macroeconómico adverso confundem investidores e mancham imagem do país

O facto de o programa do Governo ter incluído a revisão do Plano Nacional de Barragens foi a gota de água para que a Endesa (empresa espanhola de capitais maioritariamente italianos) tivesse parado o investimento de €400 milhões em Girabolhos, perto de Seia. Nuno Ribeiro da Silva, responsável máximo daquela empresa em Portugal, acentua que, com esta decisão política, ficou por realizar “apenas” o maior investimento italiano em solo nacional.

Um pouco mais acima, mas junto ao litoral, em Cacia, foi a Navigator de Pedro Queiroz Pereira que parou o investimento de €120 milhões na criação de uma nova unidade fabril na área da pasta de papel. A razão invocada foi a proibição — decretada pelo Governo — de ampliação da área plantada de eucalipto em Portugal, o que acaba por empurrar as empresas de papel para a importação de madeira de outros países, sendo que a área de baldios disponíveis e à mercê dos incêndios poderia, segundo os responsáveis da papeleiras, acolher mais floresta.

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