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UTAO estima défice orçamental de 2,7% no 1.º semestre

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A Unidade Técnica de Apoio Orçamental estima que o défice das administrações públicas em contabilidade nacional (a que conta para Bruxelas) "se tenha situado entre 2,2% e 3,2%" do Produto Interno Bruto (PIB) até junho

A UTAO estima que, no primeiro semestre deste ano, o défice orçamental se tenha situado nos 2,7% do PIB, em contas nacionais, uma "melhoria face ao período homólogo", mas alerta para "pressões orçamentais" no segundo trimestre.

Na nota da execução orçamental até julho, a que a Lusa teve hoje acesso, a Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO) estima que o défice das administrações públicas em contabilidade nacional (a que conta para Bruxelas) "se tenha situado entre 2,2% e 3,2%" do Produto Interno Bruto (PIB) até junho.

"De acordo com a informação disponível, a estimativa realizada aponta para que o valor central do défice tenha ascendido a 2,7% do PIB, não tendo ocorrido medidas ‘one-off’ [temporárias] a registar nos primeiros seis meses do ano", escrevem os técnicos independentes que apoiam o parlamento.

Confirmando-se a projeção agora avançada pela UTAO, entre janeiro e junho deste ano, "o défice deverá ter registado uma redução de 1,9 pontos percentuais do PIB face a idêntico período do ano anterior", depois de ter diminuído 2,3 pontos percentuais em termos homólogos nos primeiros três meses do ano.